Olá a todos!
Depois de ter contado as peripécias para tentar conseguir estágio no estrangeiro, venho agora contar-vos como prosseguiu este moroso processo.
Como a maioria de vós, eu também pertenço à Comissão de Estágios criada para a minha variante de Comunicação Estratégica. Da minha parte foram feitos cerca de quatro pedidos, creio.
A primeira opção era para a Rádio Renascença. Vim a saber pela primeira representante dos alunos da Comissão que tinha sido aceite e que iria começar ainda antes de as aulas terminarem. Informações posteriores já indicavam que, afinal, a RR não estava a aceitar estagiários para nenhuma secção. (o que revelou ser também uma informação errada uma vez que conheci quem tivesse sido entrevistado para estágio de Jornalismo*).
Um tempo depois, através da comissão, fui chamada para uma entrevista numa Agência de Comunicação que tem historial de receber estagiários da FCSH-UNL. Uns dias após ligaram-me a dizer que tinha sido aceite. Uma vez que tínhamos marcado uma reunião da Comissão para o dia seguinte, perguntei se poderia deixar a proposta em StandBy. Disseram-me prontamente que sim, desde que respondesse até Sexta-feira. Ademais, garantiram-me que aguardariam pela minha resposta.
Na reunião, no entanto, acabei por perceber que não tinha havido nenhuma resposta das outras empresas e que o cenário não se apresentava particularmente favorável. Liguei logo nesse dia, Quarta-feira, para a empresa que me tinha chamado. Adivinhem? Já tinham colocado alguém no meu lugar.
Não os condeno. Toda a gente sabe que o mundo das empresas é um verdadeiro circo de feras onde cada um olha por si e pelos seus próprios interesses. Eu não garanti os meus e acabei por perder a oportunidade.
As minhas conclusões: [1] a palavra de uma empresa não é uma palavra de honra pois há sempre valores mais altos que se “alevantam”. [2] não deixem propostas em StandBy, garantam primeiro o vosso interesse, mesmo que depois tenham de renunciar. [3] como me disse uma grande amiga minha: “pensa sempre se ‘eles’ fariam o mesmo por ti. [4] às vezes o destino tem destas partidas. Recentemente vim a saber que o meu perfil não se adequava mesmo àquela vaga. O que não tem que ser, NÃO TEM mesmo que ser!
E nisto, o post já vai longo. “To be continued…”
Beijinhos, até breve!
Carla Oliveira
* Cf post da Andreia quando dizia para nos certificarmos sempre da veracidade de uma informação :)
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
E esta, hein?
Amiguinhos,
à semelhança de todos aqueles que, como nós, passaram da teoria da sala de aula à prática do local de trabalho, várias foram as descobertas que fiz ao longo destes quase três meses de estágio. Posso dizer que uma das minhas mais incríveis descobertas não se prendeu com algo que (não) aprendi no curso, mas sim com uma questão de língua portuguesa.
Desde que me recordo, sempre utilizei a palavra refrões para designar o plural de refrão. Ora acontece que, graças a um programa da "minha" rádio (o Jogo da Língua, onde o ouvinte recebe um livro de um autor português se acertar numa questão de língua portuguesa), percebi que, de certa forma, tenho andado toda a minha vida enganada! Embora o plural refrões seja aceitável por introdução oral, o que está gramaticalmente correcto é refrães, já que a palavra tem origem no espanhol refranes. E esta, hein?
Resolvi partilhar esta minha pequena descoberta com todos vocês, os que sabiam e os que, tal como eu, não sabiam, como base para vos dizer que um estágio vai muito para além da aprendizagem formal que adquirimos quando nos ensinam como realizar determinado tipo de tarefas.
A riqueza que se retira de um estágio está, também, em tudo o que aprendemos através de conversas informais, do estabelecimento de contactos, das conversas que mantemos com pessoas que têm mais experiência na área em que pretendemos trabalhar e que têm diferentes perspectivas sobre o mundo em que vivemos.
Por isso, mesmo que, por vezes, tenhamos a sensação de um estágio ser demasiado curto para tudo o que gostariamos de aprender, não nos devemos esquecer que podemos sempre retirar uma mais valia do local onde estamos e, a partir daí, podemos sempre esperar mais e melhor para nós... porque merecemos!
Beijinhos a todos ***
à semelhança de todos aqueles que, como nós, passaram da teoria da sala de aula à prática do local de trabalho, várias foram as descobertas que fiz ao longo destes quase três meses de estágio. Posso dizer que uma das minhas mais incríveis descobertas não se prendeu com algo que (não) aprendi no curso, mas sim com uma questão de língua portuguesa.
Desde que me recordo, sempre utilizei a palavra refrões para designar o plural de refrão. Ora acontece que, graças a um programa da "minha" rádio (o Jogo da Língua, onde o ouvinte recebe um livro de um autor português se acertar numa questão de língua portuguesa), percebi que, de certa forma, tenho andado toda a minha vida enganada! Embora o plural refrões seja aceitável por introdução oral, o que está gramaticalmente correcto é refrães, já que a palavra tem origem no espanhol refranes. E esta, hein?
Resolvi partilhar esta minha pequena descoberta com todos vocês, os que sabiam e os que, tal como eu, não sabiam, como base para vos dizer que um estágio vai muito para além da aprendizagem formal que adquirimos quando nos ensinam como realizar determinado tipo de tarefas.
A riqueza que se retira de um estágio está, também, em tudo o que aprendemos através de conversas informais, do estabelecimento de contactos, das conversas que mantemos com pessoas que têm mais experiência na área em que pretendemos trabalhar e que têm diferentes perspectivas sobre o mundo em que vivemos.
Por isso, mesmo que, por vezes, tenhamos a sensação de um estágio ser demasiado curto para tudo o que gostariamos de aprender, não nos devemos esquecer que podemos sempre retirar uma mais valia do local onde estamos e, a partir daí, podemos sempre esperar mais e melhor para nós... porque merecemos!
Beijinhos a todos ***
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
ESTÁGIO: a procura...
Em primeiro lugar, felicitações públicas prestadas à nossa Ana Luísa. Uma pessoa fantástica que nos prova a cada dia que há sempre tempo e é sempre possível seguir em frente quando nos dedicamos com garra aos nossos projectos. ;)
Sobre o meu estágio, tenho a dizer-vos que a minha maratona começou cedo. Ambicionava fazê-lo logo após a conclusão do 3º ano e, nesse sentido, o envio de currículos também foi antecipado. E cedo começaram também as desilusões… Currículos que caíram em “saco roto”, sem qualquer resposta, sem uma palavra, sem consideração. Desde entidades públicas, privadas, de renome, sem fins lucrativos, tudo!
Algumas respostas vieram negativas e outras constituíam promessas de que o meu registo ficaria “em base de dados e que entrariam em contacto comigo se assim se proporcionasse”. Até hoje, não se proporcionou…
Depois, já consciente da dificuldade que era encontrar um estágio, entusiasmei-me com o facto de ir estagiar no estrangeiro. A minha investigação foi incessante. Foram meses de pesquisa, de busca, de reuniões… Desde o departamento UNIVA, InovJovem, Inov Contacto, PEJENE, Fundação da Juventude, pela NOVA, pela FCSH, pela Fundação da Juventude, tudo! Tentei informar-me de tudo e o resultado foi nulo. Com a “Revolução Bolonhesa”, cessaram contratos, fecharam-se os protocolos, complicaram-se os processos, uma confusão!
Ainda assim, e apesar de serem escassas as vagas na área da Comunicação, enviei currículos para França, através de um concurso que ainda decorria, em “segredo” pela UNL [prioridade/ preferência para Gestão e Marketing, leia-se FE-UNL]. Foi “off the record” e em cima dos prazos que soube que o programa estava em marcha e enviei 7 currículos: ACCOR, ALGECO, AUCHAN, AXA, DANONE, LOREAL e RENAULT.
Era Fevereiro. Os currículos, especialmente concebidos em modelo Europeu, marinados em Inglês, Francês e Português e com uma elevada dose de expectativa, não obtiveram qualquer resposta positiva. Em alguns casos, as empresas acusaram a sua recepção numa mensagem automática. Outros casos houve de “faillure notice”, pois os emails estavam desactualizadíssimos…
Estamos em Setembro. Só respondeu a AXA e a Danone com as formalidades cordiais de um NÃO simpático.
A estratégia de conseguir estágio por antecipação não resultou. O estágio no estrangeiro, também não. Mas hoje estou a estagiar numa Agência de Comunicação… Noutro post contar-vos-ei como foi. Porque não somos do tamanho da nossa altura, mas sim do tamanho da nossa ambição, não desistam, nunca!
Até breve, amigos***
Sobre o meu estágio, tenho a dizer-vos que a minha maratona começou cedo. Ambicionava fazê-lo logo após a conclusão do 3º ano e, nesse sentido, o envio de currículos também foi antecipado. E cedo começaram também as desilusões… Currículos que caíram em “saco roto”, sem qualquer resposta, sem uma palavra, sem consideração. Desde entidades públicas, privadas, de renome, sem fins lucrativos, tudo!
Algumas respostas vieram negativas e outras constituíam promessas de que o meu registo ficaria “em base de dados e que entrariam em contacto comigo se assim se proporcionasse”. Até hoje, não se proporcionou…
Depois, já consciente da dificuldade que era encontrar um estágio, entusiasmei-me com o facto de ir estagiar no estrangeiro. A minha investigação foi incessante. Foram meses de pesquisa, de busca, de reuniões… Desde o departamento UNIVA, InovJovem, Inov Contacto, PEJENE, Fundação da Juventude, pela NOVA, pela FCSH, pela Fundação da Juventude, tudo! Tentei informar-me de tudo e o resultado foi nulo. Com a “Revolução Bolonhesa”, cessaram contratos, fecharam-se os protocolos, complicaram-se os processos, uma confusão!
Ainda assim, e apesar de serem escassas as vagas na área da Comunicação, enviei currículos para França, através de um concurso que ainda decorria, em “segredo” pela UNL [prioridade/ preferência para Gestão e Marketing, leia-se FE-UNL]. Foi “off the record” e em cima dos prazos que soube que o programa estava em marcha e enviei 7 currículos: ACCOR, ALGECO, AUCHAN, AXA, DANONE, LOREAL e RENAULT.
Era Fevereiro. Os currículos, especialmente concebidos em modelo Europeu, marinados em Inglês, Francês e Português e com uma elevada dose de expectativa, não obtiveram qualquer resposta positiva. Em alguns casos, as empresas acusaram a sua recepção numa mensagem automática. Outros casos houve de “faillure notice”, pois os emails estavam desactualizadíssimos…
Estamos em Setembro. Só respondeu a AXA e a Danone com as formalidades cordiais de um NÃO simpático.
A estratégia de conseguir estágio por antecipação não resultou. O estágio no estrangeiro, também não. Mas hoje estou a estagiar numa Agência de Comunicação… Noutro post contar-vos-ei como foi. Porque não somos do tamanho da nossa altura, mas sim do tamanho da nossa ambição, não desistam, nunca!
Até breve, amigos***
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Caros Colegas,
O CITI - Centro de Investigação de Tecnologias Interactivas está à procura de 4 estagiários na área de jornalismo e/ou Audiovisual e Media Interactivos.
O estágio tem a duração de 6 meses não remunerados e visa possível integração em dois projectos pioneiros em Portugal em parceria com o Plano nacional de Leitura e o Ciência Viva. No final dos seis meses o estágio é avaliado para vínculo posterior (remunerado).
Os interessados podem enviar curriculum, até dia 21 de Setembro, para o email: andreia.tv@gmail.com
Cumprimentos,
O CITI - Centro de Investigação de Tecnologias Interactivas está à procura de 4 estagiários na área de jornalismo e/ou Audiovisual e Media Interactivos.
O estágio tem a duração de 6 meses não remunerados e visa possível integração em dois projectos pioneiros em Portugal em parceria com o Plano nacional de Leitura e o Ciência Viva. No final dos seis meses o estágio é avaliado para vínculo posterior (remunerado).
Os interessados podem enviar curriculum, até dia 21 de Setembro, para o email: andreia.tv@gmail.com
Cumprimentos,
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Um dia a olhar para o passarinho.
Olá pessoal, hoje cabe-me a mim filosofar sobre uma nova e difícil etapa do percurso de jornalista, já que no momento, a redacção do Diário de Notícias da Madeira está completa (muitos voltam de férias), e não tenho rigorosamente nada em mãos (espero que seja por pouco tempo).
Já que todos estão numa onda de contar a experiência de 'encontrar estágio', aqui vai a minha:
A minha dor de cabeça começou logo na primeira reunião com a comissão: Não haveria estágios para todos... e eu, como tinha uma modesta média de curso (14,5), julguei que nunca conseguiria nada que preste. Nestas circunstâncias, voltei-me para o jornal da terrinha, neste caso a pérola do Atlântico.
A minha missão pessoal era tratar de assegurar o meu, pelo menos.
Na terça-feira dia 2 de Janeiro de 2007, entreguei o meu currículo juntamente com uma carta de apresentação na redacção do DIÁRIO. Nesse dia ainda fui a RTP-M e à RDP, pois a Antena 3, também fazia parte do meu sonho, contudo, explicaram-me que nestes meandros dos Órgãos de CS públicos, conseguir um estágio é muito difícil, depende de protocolos com a Faculdade, e implica uma época de pré-estágio, em Lisboa.
Na quinta-feira seguinte, lançei-me de novo na busca de um estágio: era a hora de visitar o Jornal da Madeira (jornal diário) e a Tribuna (semanário). Apenas cheguei a ir ao JM...
Nessa noite, era 1 da manhã, regressava de um aniversário. Lembro-me muito bem. Liguei o Msn para falar com o pessoal (a Marisa e a Carlinha estavam online), e fui ao mail. Já tinha uma resposta do DIÁRIO, o jornal que sempre preencheu o meu imaginário infantil... Pulei de alegria. Gritei... os meus pais ainda pensaram que tinha acontecido alguma desgraça.
Embora tivesse sido recebida no Jornal da Madeira de uma forma mais calorosa, pois no DIÁRIO apenas limitaram-se a empilhar o meu CV, consegui o estágio onde eu mais queria.
Depois desta maratona, a mais difícil, foi altura de formalizar a coisa com a Faculdade. O meu estágio começou no dia 16 de Julho, e termina a 16 de Outubro...
Já fiz reportagens muito interessantes, e também já fiz asneiras, mesmo lendo 3 e 4 vezes os artigos (há sempre algo que escapa quando se faz as coisas na deadline - ainda não aprendi a viver com isso, vai ir aos poucos, porque sou muito perfeccionista). E, se jornalismo é isto, ainda bem que fui para CC.
Só para mostrar a importâcia da 'merda' do curso de CC da FCSH, saibam que há pelo menos 4 jornalistas no DIÁRIO que tiveram em CC. O curso ainda tem nome!!!!
Bem, a minha dissertação já vai longa, por isso fica para outra a revelação das asneiras e das dores de barriga que já me envolvi, passados um mês e meio de estágio.
Beijinhos com muitas saudades do bar amarelo/verde
Deia
Já que todos estão numa onda de contar a experiência de 'encontrar estágio', aqui vai a minha:
A minha dor de cabeça começou logo na primeira reunião com a comissão: Não haveria estágios para todos... e eu, como tinha uma modesta média de curso (14,5), julguei que nunca conseguiria nada que preste. Nestas circunstâncias, voltei-me para o jornal da terrinha, neste caso a pérola do Atlântico.
A minha missão pessoal era tratar de assegurar o meu, pelo menos.
Na terça-feira dia 2 de Janeiro de 2007, entreguei o meu currículo juntamente com uma carta de apresentação na redacção do DIÁRIO. Nesse dia ainda fui a RTP-M e à RDP, pois a Antena 3, também fazia parte do meu sonho, contudo, explicaram-me que nestes meandros dos Órgãos de CS públicos, conseguir um estágio é muito difícil, depende de protocolos com a Faculdade, e implica uma época de pré-estágio, em Lisboa.
Na quinta-feira seguinte, lançei-me de novo na busca de um estágio: era a hora de visitar o Jornal da Madeira (jornal diário) e a Tribuna (semanário). Apenas cheguei a ir ao JM...
Nessa noite, era 1 da manhã, regressava de um aniversário. Lembro-me muito bem. Liguei o Msn para falar com o pessoal (a Marisa e a Carlinha estavam online), e fui ao mail. Já tinha uma resposta do DIÁRIO, o jornal que sempre preencheu o meu imaginário infantil... Pulei de alegria. Gritei... os meus pais ainda pensaram que tinha acontecido alguma desgraça.
Embora tivesse sido recebida no Jornal da Madeira de uma forma mais calorosa, pois no DIÁRIO apenas limitaram-se a empilhar o meu CV, consegui o estágio onde eu mais queria.
Depois desta maratona, a mais difícil, foi altura de formalizar a coisa com a Faculdade. O meu estágio começou no dia 16 de Julho, e termina a 16 de Outubro...
Já fiz reportagens muito interessantes, e também já fiz asneiras, mesmo lendo 3 e 4 vezes os artigos (há sempre algo que escapa quando se faz as coisas na deadline - ainda não aprendi a viver com isso, vai ir aos poucos, porque sou muito perfeccionista). E, se jornalismo é isto, ainda bem que fui para CC.
Só para mostrar a importâcia da 'merda' do curso de CC da FCSH, saibam que há pelo menos 4 jornalistas no DIÁRIO que tiveram em CC. O curso ainda tem nome!!!!
Bem, a minha dissertação já vai longa, por isso fica para outra a revelação das asneiras e das dores de barriga que já me envolvi, passados um mês e meio de estágio.
Beijinhos com muitas saudades do bar amarelo/verde
Deia
domingo, 9 de setembro de 2007
Quero ver quem é capaz....
Pessoal,
quero ver quem é capaz de encontrar as 6 diferenças entre estas duas imagens.
As imagens estão em http://img111.imageshack.us/img111/8823/diferenassx6.jpg
As respostas devem ser enviadas para:
analuisa_h "arroba" clix.pt
(não se esqueçam de colocar @ em vez de "arroba".)
BOA SORTE A TODOS
quero ver quem é capaz de encontrar as 6 diferenças entre estas duas imagens.
As imagens estão em http://img111.imageshack.us/img111/8823/diferenassx6.jpg
As respostas devem ser enviadas para:
analuisa_h "arroba" clix.pt
(não se esqueçam de colocar @ em vez de "arroba".)
BOA SORTE A TODOS
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
O tão aguardado estágio!!
Olá colegas!
É bom escrever este post com um alívio no peito....Finalmente, após tanto tempo de ansiedade, consegui o estágio curricular necessário para acabar o curso de CC.
Ansiedade porque depois de terem enviado o meu CV para a Lusa fiquei mais de três meses à espera de qualquer tipo de resposta. Mas ninguém me sabia dar respostas. Comecei a ficar inquieta. Telefonei para a Lusa mas por diversos motivos nunca consegui falar com o responsável pelos estágios. Enviei CVs para muitos sítios, foram poucas as respostas (e estas sempre negativas).
Continuava sem notícias e já estávamos a meio de Agosto. Comecei a duvidar de mim e das minhas capacidades, a duvidar do meu esforço durante quatro anos, a duvidar do meu sonho no jornalismo (pois se até um estágio curricular estava difícil, imaginamos o que será arranjar um emprego 'à séria').
Fiquei triste, insisti com a Comissão de Estágios, perguntei-lhes se sabiam de alguém da Nova que tivesse sido contactado pela Lusa. Disseram-me que não sabiam de nada e aconselharam-me a procurar um estágio por mim mesma.... isto no fim de Agosto. Senti-me defraudada, frustrada...afinal esforcei-me ao longo do curso, acabei com média de 15.5 e nunca pensei passar tanto tempo à procura de estágio.
Depois do meu e-mail para a Comissão, a mesma resolveu mandar um novo e-mail ao responsável dos estágios na Lusa. Afinal, as esperanças não estavam perdidas...o senhor prometia contactar os candidatos escolhidos em menos de uma semana.Um dia antes do prazo fui contactada.
Começo dia 17! Estou nervosa, como todos vocês estavam ou vão estar antes de começar o estágio. Afinal, foi tanto tempo em volta de teorias...e agora a prática?! Estou nervosa mas também confiante. Afinal, este é mais um passo importante para o futuro que eu sempre quis. E vou dar o meu melhor!
Depois, quando começar, conto aqui como está a ser experiência :)
Nunca percam a esperança, mesmo quando tudo parece que vai correr mal...as coisas sempre se resolvem!
Muitos beijinhos da
Marisa
Continuava sem notícias e já estávamos a meio de Agosto. Comecei a duvidar de mim e das minhas capacidades, a duvidar do meu esforço durante quatro anos, a duvidar do meu sonho no jornalismo (pois se até um estágio curricular estava difícil, imaginamos o que será arranjar um emprego 'à séria').
Fiquei triste, insisti com a Comissão de Estágios, perguntei-lhes se sabiam de alguém da Nova que tivesse sido contactado pela Lusa. Disseram-me que não sabiam de nada e aconselharam-me a procurar um estágio por mim mesma.... isto no fim de Agosto. Senti-me defraudada, frustrada...afinal esforcei-me ao longo do curso, acabei com média de 15.5 e nunca pensei passar tanto tempo à procura de estágio.
Depois do meu e-mail para a Comissão, a mesma resolveu mandar um novo e-mail ao responsável dos estágios na Lusa. Afinal, as esperanças não estavam perdidas...o senhor prometia contactar os candidatos escolhidos em menos de uma semana.Um dia antes do prazo fui contactada.
Começo dia 17! Estou nervosa, como todos vocês estavam ou vão estar antes de começar o estágio. Afinal, foi tanto tempo em volta de teorias...e agora a prática?! Estou nervosa mas também confiante. Afinal, este é mais um passo importante para o futuro que eu sempre quis. E vou dar o meu melhor!
Depois, quando começar, conto aqui como está a ser experiência :)
Nunca percam a esperança, mesmo quando tudo parece que vai correr mal...as coisas sempre se resolvem!
Muitos beijinhos da
Marisa
sábado, 1 de setembro de 2007
No início...
era a dúvida!
Entrei em Comunicação porque não queria um trabalho em que estivesse sentada numa secretária. Queria criatividade, luta, investigação...enfim, gostava da área da Comunicação.
Pensei em Jornalismo porque sempre fui curiosa e identifico-me com os valores da profissão. Mas o gosto pela televisão, o interesse pela área do Audiovisual sempre esteve lá. Esta duplicidade de gostos e interesses foi uma das coisas que me levou a optar pelo curso da Nova, pois era o único que não me limitava a uma área opcional: para além dela podia fazer disciplinas de outras áreas.
Resultado: fiz a variante de Jornalismo e a variante de Audiovisuais e Media Interactivos. Gostei batante e aprendi muito. Na hora de escolher uma variante para constar no meu diploma e, implicitamente, para ser a área onde iria pedir estágio curricular, fiquei na dúvida.
Com uma boa média, podia conseguir um bom estágio num grande jornal....
Mas, se calhar, a área de Audiovisuais que eu queria seria muito mais dificil de aceder sem ser a partir da faculdade...
Escolhi Audiovisuais e decidi correr atrás do que queria. O que eu queria (e ainda quero!) é trabalhar num canal de televisão, na Direcção de Programação: ter ideias para novos projectos, avaliar os que são propostos à estação, escolher novos produtos internacionais para integrarem a grelha, organizá-la e acompanhar os projectos em curso.
O coordenador de estágios da minha variante dise-me logo que era uma área dificl de conseguir estágio mas eu insisti para que tentasse. Para a RTP não, disse-me ele, pois as relações dele com esse canal já tinham tido melhores dias. Na SIC não conseguiu...
Eu enviei o curriculum para a RTP mas disseram-me que só aceitavam pela comissão de estágios... o que não tentei pois entretanto apareceu uma oportunidade em outro lado. Para a TVI foi o meu curriculum mas nunca soube se alguém o viu sequer...
Já estavámos em Maio. Estava triste de não conseguir o que queria e estava a ver o final das aulas a aproximar-se e eu sem estágio. Como todos os que tiraram o curso na Nova sabem, o estágio curricular é obrigatório para a conclusão do curso.
A oportunidade que surgiu foi a parti do coordenador de estágios: era para a PT Multimedia. Pensei que fosse organização de canais ou algo do género na TV Cabo.
Fui à entrevista (que não foi bem entrevista foi mais para me dizerem quais seriam as minhas funções) e disseram-me que ia para Webdesign!!!!
Disse que sabia pouco dessa área e que gostava de trabalhar também em conteúdos. (Para mim conteúdos seriam novos formatos e/ ou canais...) E disseram-me que sim, que podia ajudar nessa área.
Fiquei, até porque achei que não devia dizer "Não" a uma oportunidade vinda da Comissão. Porque foram todos muito simpáticos. E porque PTM é uma grande empresa.
Comecei a estagiar e hoje sei que conteúdos na Direcção Central de Comunicação e Imagem são notícias e outro género de conteúdos para a Intranet da empresa e que a parte de Design a mim destinada são pequenas animações para os passatempos da Intranet.
Falarei mais sobre as experiencias por que passei e estou a passar nos próximos posts....
Entrei em Comunicação porque não queria um trabalho em que estivesse sentada numa secretária. Queria criatividade, luta, investigação...enfim, gostava da área da Comunicação.
Pensei em Jornalismo porque sempre fui curiosa e identifico-me com os valores da profissão. Mas o gosto pela televisão, o interesse pela área do Audiovisual sempre esteve lá. Esta duplicidade de gostos e interesses foi uma das coisas que me levou a optar pelo curso da Nova, pois era o único que não me limitava a uma área opcional: para além dela podia fazer disciplinas de outras áreas.
Resultado: fiz a variante de Jornalismo e a variante de Audiovisuais e Media Interactivos. Gostei batante e aprendi muito. Na hora de escolher uma variante para constar no meu diploma e, implicitamente, para ser a área onde iria pedir estágio curricular, fiquei na dúvida.
Com uma boa média, podia conseguir um bom estágio num grande jornal....
Mas, se calhar, a área de Audiovisuais que eu queria seria muito mais dificil de aceder sem ser a partir da faculdade...
Escolhi Audiovisuais e decidi correr atrás do que queria. O que eu queria (e ainda quero!) é trabalhar num canal de televisão, na Direcção de Programação: ter ideias para novos projectos, avaliar os que são propostos à estação, escolher novos produtos internacionais para integrarem a grelha, organizá-la e acompanhar os projectos em curso.
O coordenador de estágios da minha variante dise-me logo que era uma área dificl de conseguir estágio mas eu insisti para que tentasse. Para a RTP não, disse-me ele, pois as relações dele com esse canal já tinham tido melhores dias. Na SIC não conseguiu...
Eu enviei o curriculum para a RTP mas disseram-me que só aceitavam pela comissão de estágios... o que não tentei pois entretanto apareceu uma oportunidade em outro lado. Para a TVI foi o meu curriculum mas nunca soube se alguém o viu sequer...
Já estavámos em Maio. Estava triste de não conseguir o que queria e estava a ver o final das aulas a aproximar-se e eu sem estágio. Como todos os que tiraram o curso na Nova sabem, o estágio curricular é obrigatório para a conclusão do curso.
A oportunidade que surgiu foi a parti do coordenador de estágios: era para a PT Multimedia. Pensei que fosse organização de canais ou algo do género na TV Cabo.
Fui à entrevista (que não foi bem entrevista foi mais para me dizerem quais seriam as minhas funções) e disseram-me que ia para Webdesign!!!!
Disse que sabia pouco dessa área e que gostava de trabalhar também em conteúdos. (Para mim conteúdos seriam novos formatos e/ ou canais...) E disseram-me que sim, que podia ajudar nessa área.
Fiquei, até porque achei que não devia dizer "Não" a uma oportunidade vinda da Comissão. Porque foram todos muito simpáticos. E porque PTM é uma grande empresa.
Comecei a estagiar e hoje sei que conteúdos na Direcção Central de Comunicação e Imagem são notícias e outro género de conteúdos para a Intranet da empresa e que a parte de Design a mim destinada são pequenas animações para os passatempos da Intranet.
Falarei mais sobre as experiencias por que passei e estou a passar nos próximos posts....
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